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5 dicas para não cair no golpe do empréstimo

Apesar de se configurar uma transação segura, muitos golpes de empréstimo acabam enganando muitas pessoas

(Imagem ilustrativa/Freepik)
(Imagem ilustrativa/Freepik)

O empréstimo bancário é a solução de crédito mais conhecida dos brasileiros. De maneira simplificada, o empréstimo bancário trata-se de em um contrato firmado entre o cliente e uma instituição financeira de sua preferência em que, mediante a sua própria solicitação de dinheiro, o mesmo devolve a quantia acrescida de juros em parcelas definidas em contrato.

Apesar de se configurar uma transação segura, que pode ser feita presencialmente na agência bancária, telefone e até mesmo pelo próprio aplicativo do celular, muitos golpes acabam enganando pessoas. Confira, agora, as principais dicas para não cair no golpe do empréstimo bancário falso:

1. Cuidado com a oferta. Sempre desconfie de condições “boas demais para serem verdade”. Quanto mais atraente for a oferta de crédito e pagamento dela, maiores as chances de golpe. É importante ter calma e consultar mais informações sobre a empresa antes de solicitar o dinheiro.

2. Opte por empresas idôneas. Ao solicitar um empréstimo, procure empresas com boa reputação no mercado e que seguem normas do Banco Central para conceder crédito. Entre no site ou no aplicativo da própria instituição para fazer o pedido.

3. Não faça depósitos ou transferências antes de receber. A característica do empréstimo é, justamente, a oferta do valor e somente depois o pagamento das parcelas acordadas. Nenhuma instituição financeira confiável solicita antecipação para liberar o dinheiro.

4. Não envie dados pessoais e documentos a desconhecidos. Se o contato para solicitação de empréstimo for realizado por WhatsApp, por exemplo, certifique-se de que o número é o mesmo que a empresa disponibiliza.

5. Não aceite pagar as parcelas do empréstimo em contas de pessoas físicas. As instituições bancárias, por determinação do Banco Central, devem fazer o desconto das parcelas diretamente na conta corrente do solicitante, ou seja, o cliente nunca deve aceitar fazer pagamento de parcelas em contas de pessoas físicas.

Da Redação, com agência*

*Com Agência de Notícias
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