Ter uma noite de sono tranquila, uma boa alimentação e uma rotina equilibrada entre obrigações e lazer são passos essenciais para evitar o adoecimento do corpo e da mente. Durante a pandemia, este cuidado teve que ser redobrado; afinal, o número de adoecimento e mortes foi enorme, e, mesmo quem não foi contaminado ou teve pessoas próximas contaminadas, continuou sujeito ao estresse mental das incertezas trazidas nos primeiros meses após o descobrimento da COVID-19. 

A ioga surgiu com força na rotina dos brasileiros durante este contexto, quando manter a mente e o corpo em equilíbrio e focados no presente era um exercício que precisava ser feito diariamente para (tentar) manter a ansiedade sob controle. Segundo um estudo da FioCruz, de 2021, durante a pandemia, 13% das mais de 10 mil pessoas entrevistadas buscaram a ioga para aliviar as tensões causadas pela quarentena. Mais de 61% dos participantes buscaram alguma prática de desaceleração, como meditação, aromaterapia e acupuntura. 

Antes de citarmos alguns dos benefícios, vamos falar um pouco das origens da prática. A ioga surgiu na Índia há pelo menos cinco mil anos, e existem diversas formas de se beneficiar dessa disciplina física. Seja com um alongamento para iniciantes ou com atividades que exigem mais intensidade do praticante, a combinação das poses meditativas traz benefícios para todos.

Se você está em busca de um exercício completo, que foca nas dores crônicas e no relaxamento do corpo, ou até alívio para sintomas de ansiedade ou depressão, a ioga é a atividade ideal para você.

Corpo e mente e os benefícios da ioga 

Sem dúvidas, o maior benefício da ioga é a melhora da energia vital. A prática ajuda a reduzir o estresse e trabalha o relaxamento dos músculos tensionados, melhorando as noites de sono, o sistema digestivo, a circulação e ajudando no equilíbrio do humor.

Além do que já foi citado, a atividade aumenta a flexibilidade do corpo, fortalece os tendões e as articulações, aliviando as dores e evitando lesões de exercícios repetitivos. O corpo fica mais forte, e os sistemas respiratório e cardiovascular também são favorecidos pelas poses, que ajudam na absorção de mais oxigênio durante as respirações.  

Para as pessoas que sofrem de dores crônicas e realizam acompanhamento médico, vale a pena conversar a respeito da prática com o médico e aliá-la ao tratamento. 

Alice Bachiega

Colaboradora do Folha Geral - cada publicação é de responsabilidade da autora