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Qualificação aumenta empregabilidade entre jovens goianos

Desenvolvimento econômico do estado gera cada vez mais vagas, inclusive para quem busca o primeiro emprego, mas empresas preferem contratar profissionais capacitados

(Imagem ilustrativa/Freepik)

Segundo município mais populoso de Goiás, Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, está se consolidando cada vez mais no cenário econômico nacional. A localização estratégica, a cerca de 20 km da capital, é um dos seus fatores mais competitivos, uma vez que a cidade transforma matérias-primas e as distribui para todo o País.

Apesar de contar com esse importante polo dinâmico, o estado de Goiás registrou 10,8% de desocupação no terceiro trimestre de 2019, número que representa 414 mil pessoas desempregadas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). No mesmo período, Goiânia alcançou a segunda maior taxa de desemprego entre as regiões metropolitanas do País, ficando atrás apenas de Florianópolis.

“O desenvolvimento da região faz crescer as oportunidades de emprego, mas ainda há uma grande demanda reprimida por mão de obra qualificada”, explica Clemerson Caron, diretor regional de desenvolvimento de carreira do Cedaspy, rede de escolas de capacitação de jovens para o mercado de trabalho. De olho no potencial econômico do município, a empresa está apostando no setor de educação profissionalizante e abrindo uma unidade na região.

Neste contexto, os jovens estão entre os mais prejudicados, principalmente quando procuram o primeiro emprego. O especialista em carreira indica a falta de experiência e de qualificação como fatores que reduzem as chances desse público na disputa por uma vaga.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiás conta com 700 mil estudantes. “Esse jovem não é preparado pelo ensino regular para ingressar no mercado de trabalho. Isso gera a necessidade de se profissionalizar”, comenta Clemerson. Para ele, a mão de obra qualificada ajuda a impulsionar a economia local, além de proporcionar chances melhores de crescimento na carreira.

“Nos próximos seis meses, nossa expectativa é receber cerca de mil jovens com idade entre 12 e 17 anos interessados em qualificação nas áreas administrativa, marketing, robótica, programação, ciências mecânica e eletrônica”, conta. “Em dois anos, esse profissional estará pronto para encarar os desafios do mercado de trabalho e, pela sua formação, conquistará mais facilmente uma oportunidade”, finaliza o consultor.  

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