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Embasa opera extensa infraestrutura de abastecimento para atender municípios do Oeste Baiano

Inaugurado em 2008, o Sistema Integrado de Abastecimento de água (SIAA) de Santana representou um investimento de R$ 39 milhões na época

Estação de tratamento de água sistema integrado de Santana/BA (Foto: Divulgação/Embasa)
Estação de tratamento de água sistema integrado de Santana/BA (Foto: Divulgação/Embasa)
Estação de tratamento de água sistema integrado de Santana/BA (Foto: Divulgação/Embasa)

Para levar água tratada e de qualidade ao domicílio de cerca de 65 mil habitantes de Brejolândia, Canápolis, Santana, Serra Dourada e Tabocas do Brejo Velho, no Oeste da Bahia, há um longo caminho a ser percorrido. Toda a operação do sistema de abastecimento começa no rio Corrente, na localidade de Porto Novo, em Santana, onde a água é captada e tratada. Depois, ela percorre por 163 quilômetros de adutora, 12 estações de bombeamento e 21 reservatórios para, finalmente, cair das torneiras nos domicílios desses municípios situados em região de clima semiárido, na bacia hidrográfica do rio São Francisco, no entanto distantes do afluente mais próximo que é o rio Corrente.

Inaugurado em 2008, o Sistema Integrado de Abastecimento de água (SIAA) de Santana representou um investimento de R$ 39 milhões na época; um dos maiores empreendimentos em saneamento da Bahia, em extensão, no âmbito do programa Água para Todos. Desde então, técnicos da Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa) vêm trabalhando para garantir a operação dessa extensa infraestrutura de adução e distribuição para garantir o fornecimento de água boa e suficiente para quem mora nessa região. 

Antes da entrada em operação do SIAA de Santana, os cinco municípios eram abastecidos por poços tubulares em um aquífero local cuja água apresentava em sua composição muitos sais minerais. “Apesar de estar dentro dos padrões de potabilidade, o volume disponibilizado pelos poços era variável pela redução de vazão do aquífero, principalmente no período de estiagem. A água também era considerada muito dura, com a presença de sais minerais, o que obstruía a tubulação da rede distribuidora e gerava insatisfação na população. Para mudar essa realidade, a Embasa implantou uma infraestrutura capaz de trazer água de boa qualidade do rio Corrente para abastecer a população”, reforça o gerente regional de água da Embasa, Marcos Rogério Moreira. 

Estação de tratamento de água sistema integrado de Santana/BA (Foto: Divulgação/Embasa)
Estação de tratamento de água sistema integrado de Santana/BA (Foto: Divulgação/Embasa)

Zona rural

Além da população que mora nas sedes desses municípios, a Embasa expandiu, ao longo dos últimos 12 anos, a rede distribuidora para garantir o fornecimento de água para localidades da zona rural, a exemplo de Cedro e Mombaça (Brejolândia); Olhos D´Água, Mariquita e Redinha (Tabocas do Brejo Velho), Portal, Represa e Canabravinha (Canápolis); Boqueirão, Bonito, Charco, Morrinhos, Traíras (Serra Dourada) e Alagoas, Barreiro, Caraíbas, Gameleira, Jacaré, Lagoa de Dentro, Porto Novo, Ponto Certo e Várzea do Mourão.

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