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Buscas pelo termo “golpe do empréstimo consignado” têm alta de 250%

De um lado, o crescimento do mercado de concessão de crédito e o aumento da transformação digital. De outro, a alta nos casos envolvendo golpes e tentativas de fraudes ao procurar por linhas de crédito, principalmente pela internet. Ao pesquisar por alternativas para obter dinheiro extra, os brasileiros têm tentado dobrar os cuidados no que diz respeito a fraudes financeiras, visto que cada vez mais golpistas têm realizado os ataques através de serviços digitais, como é o caso do WhatsApp e do saque FGTS. É o que aponta um recente levantamento do Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), que revelou que as buscas por “golpe do empréstimo consignado” teve um aumento de 250% somente em abril de 2022

No ano passado, os golpes financeiros online cresceram 164%, atingindo mais de R$34 bilhões de reais anuais, segundo um levantamento da Trading Platforms. Com o uso da tecnologia para pagamentos, pedidos de crédito e compras online, os golpistas têm cada vez mais utilizado meios digitais para realizar essas fraudes, seja através de SMS, ligação, links falsos, mensagens em aplicativos de conversas e, até mesmo, via PIX.

Apreensivas com esses episódios, as pessoas têm pesquisado bastante no Google por temas associados a fraudes financeiras e a meios seguros de como fazer pedidos de empréstimo e portabilidade de consignado, por exemplo. Conforme informações disponíveis no IFE, foram analisadas 5,46 milhões de consultas no buscador por termos relacionados a crédito, no período de 01/04 até 30/04. Este número exemplifica a alta na procura por crédito e, consecutivamente, a preocupação em fechar negócios com empresas e serviços seguros e confiáveis.

Segundo Olle Widén, CEO e co-fundador da FinanZero, “No ano passado, aqui no Brasil, aconteceram diversos casos de vazamento de dados em que informações pessoais foram expostas em sites da internet. Consequentemente, isso sensibiliza ainda mais os cidadãos. Temos observado cada vez mais a prática do phishing no país, em que fraude e enganos são utilizados para manipular as pessoas e obter dados confidenciais, além dos crimes financeiros em que os golpistas ficam com o dinheiro solicitado, e as vítimas, com a dívida. Por isso, antes de procurar por linhas de crédito, é importante se certificar que o site é seguro e que aquele serviço está dentro da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). É necessário ter uma atenção ainda maior aos links que chegam através de SMS e em grupos do WhatsApp”, aconselha.

Segurança é tudo: dicas de como fazer empréstimo sem cair em golpes

 1. Pesquise as informações cadastrais da empresa, como, por exemplo, o CNPJ, e verifique a segurança do site;

2. Além dos dados cadastrais, pesquise a reputação da empresa diante dos consumidores, como sites de reclamações, redes sociais da marca e até mesmo no Google;

3. Não faça pagamentos antecipados para a liberação do crédito. Empresas corretas não exigem (e nem devem exigir) esse tipo de taxa;

4. Exija uma cópia do contrato, o documento reúne todas as informações da transação financeira;

5. Evite repassar informações pessoais via telefone. Caso necessário, aguarde o atendente informar os dados para depois confirmar.

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Pedidos de empréstimo para estética aumentaram 97% nos últimos 12 meses, aponta FinanZero

Brasil, junho de 2022 – Para melhorar a aparência, até pedir uma graninha extra vale. Isso quem mostra são os dados. Segundo a última edição do Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), relatório mensal produzido pela fintech de empréstimos online, os pedidos de empréstimo para estética atingiram o maior pico dos últimos 12 meses, com aumento de 97% nas solicitações durante o período, subindo de 100 para 197 pontos (base abril/2021=100). Em relação a março, houve um aumento de 10,6% nos empréstimos para este fim.  

Só no Brasil, mais de 1,9 milhões de procedimentos estéticos foram realizados em 2020, ano auge da pandemia. Nos últimos meses, mais brasileiros apostaram no empréstimo pessoal para estar entre os clientes das clínicas de beleza.

Fonte: Base de usuários da FinanZero. Base: abril/21=100

“Este aumento pode estar relacionado a vários fatores, a começar pelo valor da maioria dos procedimentos, que podem ser altos e não contam com a cobertura dos planos de saúde. Soma-se a isso o fato de o Brasil ser um país que apresenta um forte consumo cultural relacionado a estética,  prática que perpassa todas as classes sociais e faixas etárias, avalia Olle Widén, CEO e cofundador da FinanZero. 

O Brasil lidera o ranking mundial de cirurgias plásticas no rosto e cabeça, segundo o último relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), concentrando 12,4% das cirurgias do tipo realizadas no planeta, superando os Estados Unidos, a Rússia, o Japão e o México. Quase meio milhão de procedimentos foram realizados no país em 2020.

Dentre as categorias mais populares estão a blefaroplastia (cirurgia de pálpebras), rinoplastia, enxerto de gordura, elevação da sobrancelha e elevação do pescoço. E não são procedimentos acessíveis. A divulgação dos valores das cirurgias plásticas pelas clínicas são proibidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), mas ao pesquisar em blogs de cirurgia plástica por “blefaroplastia”, por exemplo, a faixa de preço divulgada fica entre 4 mil e 16 mil a depender da região e clínica.

Sem cobertura dos planos de saúde, brasileiros recorrem aos empréstimos

Existem procedimentos estéticos que não estão relacionados apenas à beleza, mas também à saúde do paciente. As cirurgias reparadoras, demandadas por médicos a pacientes que realizaram bariátricas, são um exemplo. Podem ser solicitadas nos casos em que o aumento da flacidez corporal causada pela perda em grande escala da gordura pode causar dermatites, mal cheiro e assaduras. É um caso no qual a cirurgia estética deve ser realizada em prol da a saúde física e mental do paciente, mas não se encontra no rol de serviços de cobertura obrigatória pelos planos de saúde, segundo a Agência Nacional de Saúde (ANS).

No último dia 8 de junho, o Supremo Tribunal Federal, decretou que os planos não têm obrigação de bancar cirurgias que não estão incluídas no rol da ANS. O entendimento anterior considerava a lista exemplificativa, ou seja, outros procedimentos poderiam ser cobertos pelos planos de saúde, desde que tivessem encaminhamento médico com justificativa e sem caráter experimental.

Algumas cirurgias na face dentre as mais populares no Brasil, como o enxerto de gordura para correção e a rinoplastia reparadora são de cobertura obrigatória pelos planos de saúde, mas precisam ter encaminhamento médico para isso. Na prática, muitas delas são procuradas por desejo do paciente de melhorar a aparência, esteja ou não a insatisfação o prejudicando fisicamente.

Resta ao brasileiro recorrer a outras alternativas, como o empréstimo, para alcançar o seu ideal estético. Com a flexibilização das medidas de distanciamento por conta da Covid-19, a previsão é de que as solicitações de empréstimo para beleza aumentem nos próximos meses. 

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Empréstimo pessoal: 46% dos brasileiros entrevistados têm intenção de pedir crédito nos próximos 3 meses

No último ano, a inflação e alta dos preços têm afetado drasticamente a rotina de consumo dos brasileiros. E uma das alternativas que parte da população busca para tentar driblar esse cenário e fazer com que o orçamento mensal cumpra as necessidades básicas do dia a dia, é recorrer aos empréstimos pessoais. De acordo com a última edição do Índice FinanZero de Empréstimo (IFE), que entrevistou 500 pessoas com acesso a internet em todo o Brasil, no período de 29 de abril a 03 de maio deste ano, 46% dos entrevistados disseram que têm a intenção de solicitar empréstimo para os próximos 90 dias, porcentagem que atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses. 

(Crédito: FinanZero)

Desde o início de junho de 2021, essa é a maior intenção de pedidos de empréstimos. Além disso, quando comparado somente com o mês passado, a intenção de tomar empréstimo também cresceu e somou 47%. Para Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero, o cenário de despesas pode ser um dos motivos do aumento dessa procura. “Muitos brasileiros ainda estão se realocando no mercado. A própria economia tem tentado se reestruturar. Com o aumento nos preços de itens básicos e outros, como o combustível e endividamento, muitas pessoas fazem empréstimos pessoais para cobrir esses gastos e quitar outros que foram se acumulando durante os dois últimos anos de pandemia”, analisa.

Alto endividamento e perda do poder de compra estão entre os motivos no aumento de pedidos de empréstimo

Não são somente os valores dos produtos que estão subindo, a alta dos juros e a inflação também estampam essa realidade. Segundo uma pesquisa realizada em março, pela Confederação Nacional do Comércio, 77,5% das famílias possuem algum tipo de dívida, seja por conta de cartão de crédito, cheques, financiamentos ou carnês. 

O impacto da inflação nas famílias brasileiras faz com que muitos peçam empréstimos para equilibrar o orçamento. De acordo com a Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac), a taxa média de juros subiu para 114,59% ao ano em março de 2022. Em janeiro de 2021, essa mesma taxa era de 92,59%.

Outro fator que explica esse aumento na procura por empréstimos é a perda do poder de compra. Se em alguns anos atrás o brasileiro conseguiu comprar um quilo de alimento por determinado valor, hoje não é mais possível. Sendo necessário desembolsar mais do que o triplo para adquirir determinado item. Além disso, o aumento do valor e desvalorização do real são fatores que impactam diretamente no aumento do preço investido em transporte, saúde, habitação, educação e muitos outros itens importantes para a manutenção do bem-estar.

Ainda segundo o índice, 34,5% dos entrevistados revelaram que a quitação de dívidas é a principal razão para os pedidos de empréstimo. Assim, com cada vez mais pessoas interessadas em solicitar crédito, maior é a procura por formas de evitar gastos e ter um melhor planejamento do que se fazer com o crédito adquirido. Independente da finalidade dos empréstimos, eles têm se tornado ainda mais um complemento de renda nas finanças dos brasileiros.

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Festas e eventos: crescem em 162% pedidos de empréstimo para festividades, aponta levantamento

No último ano, os brasileiros têm tentado se estabelecer durante os altos e baixos promovidos pela crise sanitária e econômica. Com o avanço da imunização e a movimentação para flexibilizar algumas restrições da covid-19, que começou a acontecer em outubro do ano passado, festas, viagens, eventos e atividades de lazer estão voltando a fazer parte da rotina dos brasileiros em 2022. 

Em março, o reflexo dessa decisão pôde ser mais uma vez observado. Com o expressivo aumento de festas privadas e eventos durante o primeiro trimestre, os pedidos de empréstimos cresceram mais de 162%, em relação ao mesmo período do ano passado, época em que o país passava pela segunda onda da pandemia. Segundo o Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), que analisou a base de usuários com cerca de 10,317 milhões de cadastros, aponta que o motivo para solicitação de crédito que mais ganhou destaque refere-se a festas e a razão acumulou alta consecutiva nos três últimos meses.

(Crédito: FinanZero)

Retomada de grandes festas contribui para pedidos de empréstimos

Com as comemorações de começo de ano, a retomada dos festivais de música e do carnaval, a expectativa, em fevereiro deste ano, era de que 590 mil eventos sejam realizados até o final de 2022, em todo país, de acordo com a Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape).

Além desses fatores, de acordo com uma pesquisa realizada pela Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos), 40% dos casamentos marcados durante a pandemia foram adiados, assim como 45% dos aniversários, 17% das festas de debutantes e 20% dos eventos corporativos. Dessa forma, grande parte desses eventos estão acontecendo ao longo deste ano, o que influi nos pedidos de empréstimos para que essas comemorações possam acontecer, visto que a economia do brasileiro também sofreu danos significativos.

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Acesso ao crédito: buscas por Auxílio Brasil e empréstimos cresceram em março, aponta pesquisa

O brasileiro tem visto de perto a economia tentar se recuperar há meses e isso não foi diferente em março. A alta da inflação, a variação do dólar, o aumento do preço de itens de necessidades básicas e muitos outros fatores evidenciam o desequilíbrio na economia brasileira.

Visto que 77,5% das famílias brasileiras estão endividadas, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), e a porcentagem de pessoas desempregadas ainda segue em alta, com 12 milhões segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cada mês mais pessoas têm recorrido ao segmento de empréstimos, principalmente por motivos de necessidade, vendo nele uma possibilidade para diminuir as dívidas, limpar o nome, retomar o poder de compra ou, até mesmo, tentar aumentar a renda ou garantir um dinheiro extra, investindo em um negócio próprio neste contexto atual.

Por isso, como alternativa para sair do vermelho, os pedidos de crédito estão em alta. Quem mostra isso são os números: de acordo com a última edição do  Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), que analisou 4,87 milhões de consultas no buscador no mês passado, buscas no Google por empréstimo registraram um crescimento de 30% em relação ao mês anterior. Já no comparativo anual, as buscas cresceram 37%, resultando no maior aumento dentro do período de um ano. 

Destaque para o Auxílio Brasil

Também no último mês de março, as pesquisas no Google mostraram que as buscas por termos relacionados ao mercado de empréstimo estavam voltadas, principalmente, para a linha de crédito oferecida pelo Governo Federal, aos beneficiários do Auxílio Brasil, o que fez com que a procura aumentasse significativamente. 

A fintech fez um levantamento no último mês sobre o interesse e as tendências de consumo entre os brasileiros em obter crédito e analisou o volume de pesquisas das expressões com maiores destaques, “como fazer empréstimo auxílio brasil”, teve aumento de 50450%, “empréstimo para negativado liberado na hora”, apresentou crescimento de 24600% e “empréstimo de 1000 reais do governo’’, teve alta de 10400%. 

(Crédito: FinanZero)

Comportamento digital: buscas por auxílio cresceram no Google

O Auxílio Brasil, programa social direcionado às famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o país, impactou o comportamento digital dos internautas, aumentando as buscas no Google sobre o benefício e a procura por bancos, principalmente pela Caixa Econômica Federal, diminuindo a participação no volume de buscas por fintechs de empréstimos. O comportamento adotado, no entanto, é reflexo de uma população endividada, que enfrenta um cenário de juros elevados, inflação e mercado de trabalho instável, motivos que contribuem para que a população procure por crédito. 

Para Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero, esse salto é um fator sazonal. “Trata-se de um evento atípico, após a liberação de empréstimos pessoais consignados para beneficiários do Auxílio Brasil e que não deve impactar na projeção futura de crescimento na procura por fintechs, que já mostra  uma curva de crescimento constante nos últimos meses”, explica. 

A prova de que as fintechs já estavam em alto crescimento pode ser constatada no levantamento da FinanZero. Ainda segundo o índice, que também analisou os 10,317 milhões de usuários na base da fintech, revela que a empresa fechou março de 2022 em alta e os pedidos por empréstimo em sua plataforma cresceram 84% no comparativo anual, batendo recorde histórico da empresa. 

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Educação

Cresce pedidos de empréstimos para estudos

Aos poucos, os brasileiros têm voltado ao normal pré-pandêmico e tentando, de todas as formas, recuperar o tempo perdido, principalmente quando se diz respeito à educação. Faculdade, pós-graduação, MBA ou ensino fundamental, o investimento nos estudos está ligado a todas as fases da vida e, quando se é adulto, há diversas alternativas para continuar exercitando o conhecimento.

Enquanto o desejo de voltar a estudar está presente, há também a preocupação em como bancar os estudos, como quitar investimentos estudantis, como o FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) ou, até mesmo, os materiais necessários para tal. Dado este fato, o Índice FinanZero de Empréstimo (IFE) do mês de fevereiro, analisou 6,62 milhões de usuários na base da fintech, revelou que as solicitações de empréstimo para educação tiveram aumento significativo em relação aos últimos dois anos. Em fevereiro de 2022, a procura por crédito voltado para o setor apresentou crescimento de 138%, subindo de 100 para 238 pontos (base fevereiro/22=100) na comparação com o mesmo mês do ano passado. Já em relação a 2020, o crescimento foi de 15%.

(Fonte: Base de usuários da FinanZero. Base: Fevereiro/22=100)

Ao se tratar do segundo mês do ano, esse aumento também está diretamente associado ao período de matrículas e rematrículas em instituições de ensino e também ao retorno às aulas presenciais na maioria dos estados brasileiros, o que acaba influenciando nessas solicitações. Só em 2021, o setor educacional teve aumento de 11,2% do faturamento anual, de acordo com dados da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Outro fator para este crescimento também está relacionado ao desejo de investir na educação, visto que cada vez mais empresas e organizações possuem como pré-requisito ensino superior ou cursos profissionalizantes. Assim, o brasileiro se vê na necessidade de incrementar o currículo e se especializar na área que deseja. Dessa forma, recorrem a empréstimos para que isso seja possível o quanto antes.

Solicitações de empréstimos em geral também apresentam aumento

Além do segmento de educação, dados da FinanZero mostraram que as solicitações de empréstimos, incluindo todos os setores, tiveram aumento de 97% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. O crescimento ainda pode ser relacionado aos avanços da vacinação no país e o retorno a atividades pré-pandêmicas, como lazer, investimento, turismo, empreendedorismo, entre outros.

(Fonte: Base de usuários da FinanZero. Base: Fevereiro/22=100)

O setor de serviços, por exemplo, chegou a faturar R$86 bilhões na capital paulista em 2021, um crescimento de 17,5% em relação ao faturamento do ano anterior, também segundo os dados da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS). Por mais que os setores gerais ainda não tenham voltado a patamares pré-pandêmicos, o aumento revela a estruturação que a economia brasileira vem tomando.

No que diz respeito a aumento de empréstimos gerais, pode-se relacionar ao aumento da inflação em território nacional, o que impacta diretamente em gastos feitos pelos brasileiros, como despesas fixas, IPTU, IPVA, compras mensais, aluguéis, condomínios, material escolar etc, resultando em mais pedidos de empréstimo para uso pessoal.

Outros motivos que contribuem para esse aumento nos pedidos é a alta da Selic, chegando a 11,75% ao ano, maior número desde fevereiro de 2017 e o endividamento das famílias brasileiras. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o endividamento médio dos brasileiros chegou a 70,9% em 2021. Assim, para pagar contas e sair do saldo negativo, os cidadãos encontram no empréstimo uma possibilidade.

*Este conteúdo é de inteira responsabilidade da autora e não representa a opinião do Folha Geral

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Economia

Pedidos de empréstimos aumentaram 40% em janeiro deste ano, aponta FinanZero

Diante de um cenário pandêmico, muito se discute sobre o endividamento das famílias brasileiras. De acordo com a pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 76,1% das famílias relataram estar endividadas neste começo de ano. A crise econômica freou o planejamento financeiro do brasileiro e o fez rever seus gastos e prioridades de consumo. 

As dívidas feitas no período do final de ano se fazem presentes nas faturas do primeiro trimestre de 2022. Somado a isso, os boletos do IPTU, IPVA, material escolar e as necessidades básicas de casa. Uma parcela da população sempre teve um déficit de educação financeira e isso reflete no crescimento da taxa de pessoas endividadas. E o que fazer quando a conta aperta?

Segundo a edição de janeiro do Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), relatório mensal produzido pela fintech de empréstimos online, somente no primeiro mês deste ano, as solicitações de empréstimos tiveram um aumento de 40% em comparação a dezembro de 2021, subindo de 124 para 174 pontos (base janeiro/2021=100), e um crescimento de 74% quando comparado ao mesmo período do ano passado. “Nós temos quatro principais motivos para esses pedidos: pagamento de dívidas, negócio próprio, renovação de casa e investimento. O aumento da inflação e o consumo fazem com que as pessoas recorram ao empréstimo e possam colocar em dia suas contas. Diante da crise econômica, o país ficou sem alternativas de restabelecer o mercado”, pontua Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero.

(Crédito: base de usuários FinanZero)

Quitação de dívidas e negócio próprio estão entre os principais motivos dos pedidos de créditos

Com base no levantamento, um dado chama atenção: as razões de empréstimo para pagamento de dívidas ficou em primeiro lugar, com 32,16%, enquanto a abertura de negócio próprio apareceu em seguida e chegou a 15,71%. Neste último, os números estão atrelados também ao crescimento de MEIs cadastrados no Brasil. Só em 2022, de acordo com a Receita Federal, houve um crescimento de quase 2 milhões de microempreendedores individuais. Somado a isso, está o crescimento do empreendedorismo por necessidade, em que os brasileiros viram na abertura do negócio próprio uma alternativa para saírem do endividamento.

Este, diferente do empreendedorismo por oportunidade, faz com que os trabalhadores decidam empreender quando não possuem ou precisam complementar a renda, e abrem um negócio com o intuito de obter rendimentos para sobrevivência, subsistência e quitação de dívidas. Mas, para isso, é preciso ter a renda inicial para empreender, o que reflete no aumento dos pedidos de empréstimos.

Comportamento digital: pesquisas por termos relacionados a empréstimo pessoal no Google cresceram 

As pesquisas do Google também revelam esse crescimento. Segundo o índice, que avaliou 4,87 milhões de consultas no buscador, em janeiro de 2022, aponta que as pesquisas sobre “simulação de empréstimo” cresceram 450% em comparação com o mês anterior. O dado reafirma a necessidade do brasileiro em encontrar a melhor alternativa para quitar as dívidas.

Além disso, a procura por empréstimo teve um crescimento de 8,2% no mês passado em relação a janeiro de 2021 e cresceu 29,5%, quando comparado com o mês de dezembro do ano passado.

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42% dos brasileiros entrevistados têm a intenção de pedir empréstimo no primeiro trimestre

Em todo começo de ano é comum que os brasileiros tracem metas pessoais e financeiras para o ano que está por vir. Em 2022, não foi diferente. Quitar a dívida, adquirir um negócio próprio, cuidar da saúde e até mesmo fazer algum tipo de investimento está na lista de objetivos para os próximos meses. Após quase dois anos em pandemia, a população ainda procura formas de se adaptar à realidade e traçar novos caminhos para suas vidas e negócios.

A última edição do Índice FinanZero de Empréstimo (IFE), que, no último dezembro, entrevistou 500 pessoas com acesso a internet em todo o Brasil, revelou que 42% dos entrevistados disseram ter a intenção de solicitar empréstimo no primeiro trimestre de 2022. Destes, 44% afirmaram que o principal motivo é a quitação de dívidas, um aumento de mais de 5% em relação a novembro do ano passado.

Com novas perspectivas, uma parcela dos brasileiros entrevistados disse que tem a intenção de tomar crédito para realizar vontades que haviam sido adiadas, como a renovação da casa, com 26,17%. Depois de meses tendo que fazer uso do próprio lar como local de trabalho ou de estudos, muitos queriam renovar e trocar as mobílias para ter a sensação de algo novo, assim como o ano que se inicia.

Em seguida, aparece a solicitação de empréstimo para abertura de um negócio próprio, com 24,77%, pois há também quem passou os últimos meses analisando o mercado, procurando uma oportunidade para investir, seja em um negócio próprio ou não, pretendendo pedir empréstimo para dar início ao empreendimento.

(Imagem ilustrativa/Pexels)

Intenções de empréstimo direcionam para um novo caminho

Além da preocupação com o pagamento de dívidas e as outras razões mencionadas, outro dado chama atenção: entre as intenções de tomada de empréstimo para os próximos três meses, destacam-se investimento (22,43%) e compras (21,03%), que atingiram a maior alta desde julho de 2021. De olho na organização e com o objetivo de fugir do endividamento, muitos optam pelo pedido de empréstimo para investir e estruturar as finanças. Com os investimentos em alta, os empréstimos para esta modalidade também tendem a crescer nos próximos meses, visto as novas perspectivas no mercado e o aumento no fluxo de investimentos externos no país, que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), atingiu US$ 58 bilhões no ano passado, uma alta de 104% se comparado a 2020.

O crescimento dessa porcentagem de investimento ainda em 2021 explica o fato de novas intenções de empréstimo estarem surgindo frente a quase 24 meses de incertezas econômicas. “Agora com a vacinação em massa e a reestruturação da economia, os brasileiros estão enxergando oportunidades para tirar as metas do papel e investir em novos negócios. Vamos conseguir observar o aumento e as consequências positivas desse movimento nos próximos meses”, comenta Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero.

Pesquisas por empréstimo aumentam 24% nas buscas do Google

Ainda segundo o Índice FinanZero, em dezembro de 2021, as buscas por empréstimo no Google cresceram 24% em relação ao mesmo período do ano anterior e acumulou alta de 26,6% no ano passado, ante 2020. Após pesquisas e mudanças de hábitos por parte da população, a participação das buscas por empréstimos em fintechs teve aumento de 25%, em relação à média verificada no mesmo período de 2020.

Mesmo com o crescimento, os bancos tradicionais continuam como a principal opção, mas isso tende a mudar. 67,8% dos brasileiros preferem solicitar crédito de maneira totalmente digital, enquanto 42% preferem fazê-lo em uma agência bancária física. Isso resulta em uma nova porta de possibilidades para os serviços prestados pelas fintechs.

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Pedidos de empréstimo cresceram 65% para pessoas com restrições, aponta FinanZero

Após mais um ano pandêmico, muitas pessoas tiveram seus nomes negativados pela falta do pagamento de contas. Segundo último Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), produzido pela fintech de crédito FinanZero, as pesquisas no Google por “empréstimo para negativado liberado na hora” cresceram 14.650% novembro de 2021, em comparação com mesmo período de 2020. 

(Fonte: FinanZero com dados de Google)

“A urgência em sair das pendências financeiras e voltar a ter um CPF limpo faz com que as pessoas recorram aos empréstimos como uma maneira mais rápida de ter um dinheiro em mãos para a resolução dos seus problemas, como o pagamento de contas básicas de casa”, explica Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero. 

Os dados de buscas vão ao encontro também de um levantamento realizado com a base de cerca de 6,62 milhões de usuários da FinanZero. De acordo com o IFE, a solicitação de empréstimos para pessoas com restrição a crédito teve um aumento de 65% em novembro de 2021, em comparação com o ano anterior. Contudo, quando comparado com outubro do mesmo ano, houve uma queda de 22%. 

(Fonte: base de usuários FinanZero)

(Imagem ilustrativa/Créditos: Karolina Grabowska – Pexels.com)

Apesar das dívidas, 20,83% dos brasileiros desejam solicitar empréstimo para compras

Para traçar perspectivas, o IFE também realizou uma pesquisa de intenção que entrevistou 500 internautas brasileiros, entre os dias 29 de novembro e 6 de dezembro deste ano. 43,2% dos entrevistados disseram ter a intenção de solicitar empréstimo nos próximos três meses – em outubro, este número era de 45,6%. Destes 37,96% desejam tomar crédito para quitar dívidas, seguido de 25,93% que desejam investir em negócio próprio. 

O destaque, no entanto, vai para os brasileiros que informaram o desejo de solicitar crédito para compras, que atingiu o maior patamar nos últimos cinco meses, com 20,83%. Os dados comprovam cada vez mais que a crise econômica, o desemprego e a pandemia, juntos, impactaram a vida dos brasileiros.

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Economia

Compras de fim de ano: brasileiros estão endividados, mas intenção de crédito para compras aumenta

O fim do ano chegou e, com ele, o acúmulo de dívidas também se faz presente entre boa parte da população brasileira – cerca de 12 milhões de famílias brasileiras estão endividadas, de acordo com último levantamento da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC). 

Após mais um ano pandêmico, muitas pessoas tiveram seus nomes negativados pela falta do pagamento de contas. Segundo último Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), produzido pela fintech de crédito FinanZero, as pesquisas no Google por “empréstimo para negativado liberado na hora” cresceram 14.650% novembro deste ano, em comparação com mesmo período de 2020. 

(Fonte: FinanZero com dados de Google)

“A urgência em sair das pendências financeiras e voltar a ter um CPF limpo faz com que as pessoas recorram aos empréstimos como uma maneira mais rápida de ter um dinheiro em mãos para a resolução dos seus problemas, como o pagamento de contas básicas de casa”, explica Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero. 

Os dados de buscas vão ao encontro também de um levantamento realizado com a base de cerca de 6,62 milhões de usuários da FinanZero. De acordo com o IFE, a solicitação de empréstimos para pessoas com restrição a crédito teve um aumento de 65% em novembro deste ano, em comparação com o ano anterior. Contudo, quando comparado com o mês passado, houve uma queda de 22%. 

(Fonte: base de usuários FinanZero)

(Imagem ilustrativa/Freepik)

Apesar das dívidas, 20,83% dos brasileiros desejam solicitar empréstimo para compras

O IFE entrevistou 500 internautas brasileiros, entre os dias 29 de novembro e 6 de dezembro deste ano. 43,2% dos entrevistados disseram ter a intenção de solicitar empréstimo nos próximos três meses – em outubro, este número era de 45,6%. Destes 37,96% desejam tomar crédito para quitar dívidas, seguido de 25,93% que desejam investir em negócio próprio. 

O destaque, no entanto, vai para os brasileiros que informaram o desejo de solicitar crédito para compras, que atingiu o maior patamar nos últimos cinco meses, com 20,83%. Os dados comprovam cada vez mais que a crise econômica, o desemprego e a pandemia, juntos, impactaram a vida dos brasileiros. Com isso, a solicitação de empréstimo para realizar compras pode ter duas hipóteses. 

O primeiro reflete a falta de dinheiro para necessidades básicas para além das dívidas, afinal, com a inflação já esperada, o preço de produtos comuns para alimentação e higiene do dia a dia, por exemplo, subiram consideravelmente ao longo do último ano, e a renda familiar não conseguiu acompanhar esses aumentos. Somente o preço da cesta básica aumentou até 34,13% em 12 meses nas capitais brasileiras, de acordo com levantamento divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em setembro. 

Na contramão, também há o anseio em realizar compras devido ao fim do ano e as comemorações de Natal – momento em que muitos aproveitam o recebimento do 13º salário para comprar presentes. Inclusive, recente pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), aponta que 33% dos brasileiros pretendem gastar o dinheiro do 13º em compras de Natal. 

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Estilo de Vida

Com home office consolidado, brasileiros têm interesse por empréstimo para renovação de casa

A última edição do Índice FinanZero de Empréstimos (IFE) aponta que a intenção de pedir empréstimos para renovar a casa foi de 20,61%, em outubro, sendo a segunda maior motivação para a solicitação de crédito, ficando atrás apenas da quitação de dívidas, que representa 46,93%. Em terceiro lugar, há a intenção de tomar crédito para compras (17,54%), fator também comum para o período do ano com as compras para o Natal se aproximando. 

A pesquisa entrevistou 500 internautas entre os dias 28 de outubro e 4 de novembro. No total, 46% deles disseram que pretendem tomar um empréstimo nos próximos três meses – um aumento de 19% em relação ao mês anterior.

Período pode ser positivo para renovação de casa

Com o fim do ano se aproximando e a transição de um ano para o outro, a ideia de renovação se faz presente em muitos aspectos na vida dos brasileiros, incluindo a renovação da casa, por exemplo. As reformas, comumente, dão a sensação de algo novo, refletindo o recomeço e a chegada do próximo ano. 

Além disso, com a pandemia, as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, inclusive com a modalidade de trabalho remoto sendo cada vez mais aceita. Por isso, as mudanças em casa se tornaram mais frequentes para adaptar os ambientes de acordo com as novas necessidades, deixando-os mais funcionais e confortáveis, e o final do ano pode ser um bom período para esse tipo de renovação. 

Para ter dinheiro para os gastos de uma reforma ou decoração de casa, as pessoas podem recorrer a modalidades de empréstimos disponíveis no mercado, que facilitam o acesso ao crédito, como o empréstimo pessoal que permite que o solicitante utilize o dinheiro com o que desejar. Contudo, é importante ponderar quais serão os gastos de fato para solicitar o crédito de forma condizente com as necessidades específicas, mantendo o planejamento financeiro em ordem para que seja uma mudança positiva em todos os aspectos para o próximo ano. 

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Intenção de tomar crédito para pagamento de dívidas cresce 29%

A alta dos juros e a inflação elevada sobre itens essenciais na cesta de despesas dos brasileiros diminuíram o consumo e encurtaram o orçamento de muita gente, favorecendo o aumento do endividamento no país. De acordo com a última pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), hoje o país conta com quase 12 milhões de famílias endividadas. Destas, 25,6% afirmaram que já estão com as contas em atraso, enquanto 10,1% disseram que não terão condições de pagar as suas dívidas futuras.

O dado vai ao encontro do último levantamento realizado pela FinanZero, que mediu a intenção dos brasileiros de tomar crédito nos próximos três meses. De acordo com o estudo, outubro registrou um aumento de 29% na intenção dos entrevistados em solicitar empréstimo para quitar dívidas na comparação com o mês anterior.  

A pesquisa entrevistou 500 internautas brasileiros, entre os dias 28 de outubro e 4 de novembro. No total, 45% deles disseram que pretendem tomar um empréstimo nos próximos três meses (aumento de 19% na comparação com o mês anterior). Então, quando o estudo perguntou aos entrevistados os motivos para pedir o dinheiro, 47% apontaram para “dívidas”. Em setembro, esse percentual era de 38%.

Para o sócio-diretor de marketing da FinanZero, Cadu Gudi, períodos de crise, como o que os país está atravessando, contribuem para o aumento do nível de endividamento e inadimplência da população, o que se reflete em um aumento das contratações de crédito. Nesse contexto, o empréstimo surge como uma alternativa positiva. Contudo, é preciso planejamento e cautela para escolher o empréstimo ideal e condizente com as necessidades de cada solicitante.

“A maior parte do endividamento das famílias está concentrada no cartão de crédito, que, muitas vezes, é utilizado para o pagamento de compras essenciais, como a alimentação. O ponto aqui é que empréstimos feitos via cartão de crédito, cheque especial, entre outras modalidades que, aparentemente, estão próximas do cotidiano do consumidor, possuem as mais altas taxas de juros do mercado. Existem opções que podem ser mais vantajosas do ponto de vista da segurança financeira”, diz Cadu.

Para o executivo, o ponto de partida para a aquisição de um empréstimo seguro (e vantajoso) está em analisar o contrato de cada dívida, fazer as contas e comparar com as ofertas de empréstimo pré-aprovadas que forem oferecidas. 

“Importante ressaltar que, no momento da tomada de crédito, é fundamental considerar o custo efetivo total (CET). Isto é, não só os juros, mas todas as cobranças envolvidas na contratação de um empréstimo, como taxas administrativas e seguros”, conclui Guidi.

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Pesquisa mostra aumento de 110% nas buscas de crédito consignado

Com a crise gerada pela pandemia, uma série de brasileiros tiveram que se reinventar. Não à toa, surgiu uma série de novos empreendimentos, trocas de empregos e um abre e fecha de comércios que culminou em uma verdadeira dança das cadeiras. E, diante desse cenário incerto, com poucos recursos financeiros e muitas dívidas, a busca por maneiras de conseguir renda cresceu.

Especificamente para pessoas físicas, um dos créditos mais buscados foi o consignado. Segundo o Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), relatório mensal produzido pela fintech de empréstimos online FinanZero, houve aumento de 110% nas buscas no Google pela modalidade no mês de setembro de 2021. Essa variação, que pode sim ter sido motivada pelo pagamento ante à crise, também coincidiu com um recente anúncio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que destaca a possibilidade de assinatura eletrônica para validação do empréstimo consignado para aposentados.

No mesmo período, a pesquisa mostra que houve aumento de 250% na busca por empréstimo online para negativados, devedores e assalariados, ante ao mesmo período em 2020. O número é expressivo e coincide com o momento crítico de crise sanitária e econômica pela qual o País passa.

“Vale destacar que o interesse por empréstimos no geral nas buscas no Google também apresentou crescimento de 29% no comparativo anual, o que evidencia que as pessoas estão mais propensas a essa opção para pagamentos ou quitação de dívidas”, analisa Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero.

(Imagem ilustrativa/Freepik Premium)

Perfil do tomador de crédito

Para além da pesquisa sobre o interesse por empréstimos, a FinanZero também destacou o perfil do tomador de crédito, de acordo com sua base de usuários, que conta com 6,62 milhões de cadastros. Segundo o estudo, a maior parte das pessoas que solicitam empréstimos são homens (54%) com 34 anos, majoritariamente residentes da região Sudeste.

Vale destacar que 78% dos pedidos são feitos por brasileiros sem nível superior, em regime de trabalho com carteira assinada, com renda média de até três salários mínimos. O valor médio dos empréstimos é de R﹩ 7.046 e a principal razão para o pedido é a quitação de dívidas (31,71%), seguida por abertura ou manutenção de negócio próprio (17,55%) e renovação da casa (16,32%).

Como assinar um crédito consignado com segurança?

Embora a alternativa do empréstimo consignado seja mais eficiente para o pagamento de dívidas, uma vez que o valor do juros costuma ser menor que outras alternativas, como cartão de crédito, cheque especial ou mesmo o empréstimo pessoal, e tem o valor restituído diretamente da folha de pagamento ou do INSS, é preciso tomar cuidado com o fornecimento de dados – posto que há uma infinidade de golpes aplicados.

Ainda que a maior parte dos golpes ocorram a partir do vazamento de dados de clientes, é preciso estar atento na hora de escolher uma instituição financeira para não cair em uma fraude e acabar cedendo dados sensíveis a sites inseguros.

Para precaução, a FinanZero separou algumas dicas de como se proteger e assumir um crédito consignado com segurança:

Pesquise a empresa: antes de adquirir o empréstimo, pesquise as informações cadastrais da empresa, como o CNPJ, e verifique a segurança do site. Uma dica é ver se na URL há a “https://”, que garante maior segurança.

Cheque a reputação: com uma simples busca no Google é possível verificar a reputação da instituição escolhida diante dos consumidores. Checar em sites de reclamação e redes sociais também é uma boa alternativa.

Não pague antes de receber: nenhuma instituição financeira correta demanda pagamentos antecipados para liberação do crédito. Dessa forma, se houver a solicitação de uma taxa prévia, desconfie.

Guarde o contrato: ter o contrato do empréstimo sempre em mãos é fundamental, uma vez que é ele quem reúne todas as informações da transação financeira e vale como uma cópia legal perante a Justiça.

Cuidado na hora de passar os dados: evite passá-los por telefone. A contratação de um empréstimo precisa garantir toda a segurança necessária para que as informações não sejam vazadas.

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Buscas por crédito para negativado aumentam 250% em setembro

A preocupação e o senso de urgência em ter dinheiro para quitar dívidas resultaram em um aumento nas buscas por crédito para negativados. Segundo o Índice FinanZero de Empréstimos (IFE), relatório mensal produzido pela fintech de empréstimos online FinanZero, o interesse de busca por “empréstimo para negativado online 24 horas” e “empréstimo para negativado assalariado” no Google cresceu 250% em setembro deste ano, em comparação com mesmo período de 2020.  

De acordo com a análise da FinanZero, as buscas por empréstimo com garantia de celular, modalidade mais recente e que facilita a solicitação de crédito, também mostraram crescimento de 50%.

Fonte: Índice FinanZero de Empréstimos com dados do Google – análise de 01/09 até 30/09/2021 

Com a renda afetada, seja pelos juros altos e inflação, desemprego e até mesmo redução do valor do auxílio emergencial, muitos brasileiros se viram em meio ao endividamento, chegando a extrapolar o prazo de pagamento por meses. Com isso, até o final de julho, o país já somava cerca de 59,4 milhões de pessoas físicas com o nome negativado, ou seja, com o famoso “nome sujo”, segundo apuração do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). 

Uma pessoa não tem o seu CPF negativado quando apenas atrasa o pagamento de uma conta ou uma dívida, somente quando ultrapassa o vencimento há muito tempo. Quando isso acontece, o credor encaminha o CPF da pessoa que está devendo para a lista de órgãos de proteção ao crédito, resultando em uma série de implicações, como a dificuldade para conseguir financiamentos e empréstimos, problemas para abrir contas ou solicitar um cartão de crédito, entre outros fatores relacionados às finanças da pessoa. 

(Imagem ilustrativa/Freepik)

Empréstimo para negativado como alternativa para salvar as finanças

Diante deste cenário, algumas instituições financeiras e fintechs de crédito ofertam aos consumidores a possibilidade de crédito para negativado – ou seja, uma linha de crédito na qual, mesmo com restrições no CPF, uma pessoa pode solicitar empréstimos para reorganizar as finanças e quitar pendências, por exemplo. “O empréstimo para negativado surge como uma alternativa que não discrimina pessoas com o nome sujo e possibilita que elas saiam do vermelho e consigam controlar melhor suas finanças pessoais”, detalha, Cadu Guidi, sócio-diretor de marketing da FinanZero. 

O empréstimo consignado é a linha de crédito mais conhecida e comum para quem está negativado conseguir crédito no mercado. Esse tipo de empréstimo permite que o pagamento das parcelas seja descontado diretamente da conta do solicitante, reduzindo o risco de inadimplência. Apesar de estar disponível, geralmente, para aposentados, pensionistas, servidores públicos ou profissionais de empresas privadas, o empréstimo consignado traz vantagens ao solicitante, como taxas de juros menores, parcelas mensais fixas e limite de crédito maior, por exemplo.

Além dessa linha de crédito, existem outras lançadas que também possibilitam este apoio ao negativado. “O empréstimo com garantia de veículo, imóvel quitado e até mesmo com garantia de celular, além do crédito pessoal para negativado autônomo, são algumas das alternativas que uma pessoa negativada pode recorrer ao procurar por um empréstimo”, explica Guidi. 

Solicitação online de crédito para negativado: 54% dos solicitantes são homens

De acordo com a base de usuários da FinanZero, homens representam 54% do perfil de solicitante de empréstimo para negativado online, enquanto 46% são mulheres. A fintech também aponta que 58,3% dos solicitantes possuem entre 25 e 34 anos, ante os 41,7% que têm entre 18 e 24 anos. De todo modo, o perfil do solicitante é jovem, refletindo uma ausência de planejamento da população mais nova em relação às finanças. 

Além disso, a maioria dos clientes são da região Sudeste (69%), seguido do Sul (14%) e Centro-Oeste (10%). Nordeste e Norte representam a menor parcela das solicitações, com 5% e 2%, respectivamente. 

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