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Cursos e escolas comprovam aumento na procura por educação financeira

Foto: Divulgação

A Semana Nacional da Educação Financeira, que acontece de 14 à 20 de maio coloca em foco esse tema que vem apresentando um grande aumento na procura, sendo que se tornou imprescindível para milhares de famílias brasileiras. Por esse motivo, a DSOP Educação Financeira, que é pioneira no assunto para escolas, empresas e pessoas físicas, está com sua agenda lotada para os próximos dias em parceria com a Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin).

Destaque será para as ações em escolas, evento no qual atualmente se tem mais de 500 colégios adotantes do Programa DSOP de Educação Financeira nas Escolas. “As escolas estão sendo direcionadas atividades especiais para serem desenvolvidas pelos alunos, professores e famílias. Este período é muito importante, pois, nosso objetivo não é só fornecer material didático, mas também possibilitar aos educadores vivenciar essa aplicação em sala de aula e também aprenderem esses conceitos para suas vidas”, conta a diretora pedagógica da DSOP Educação Financeira, Ana Rosa Vilches.

Um dos motivos do aumento da procura nas escolas é a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelece referências para os currículos escolares no País para os próximos anos, esse documento classificou a educação financeira e a educação para o consumo como habilidades obrigatórias entre os componentes curriculares.

“Esse é um importante marco para o tema e, principalmente, para o futuro das famílias brasileiras, pois a educação financeira é um passo fundamental para que se repense os hábitos de consumo, criando uma sociedade mais saudável finaceiramente e realizadora de objetivos”, explica o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP, Reinaldo Domingos.

Com a homologação da Educação Financeira na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental, o Brasil inicia uma nova era na educação brasileira, inserindo esta como tema no currículo escolar para alcançar um nível de excelência na formação de cidadãos educados, saudáveis e sustentáveis financeiramente.

O maior desafio é que por se tratar a Educação Financeira de uma ciência ainda pouco difundida na sociedade brasileira, mesmo com algumas iniciativas que proporcionaram a discussão sobre o tema, como a Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF, é preciso preparar os profissionais da educação para este novo desafio: levar a toda a população o conhecimento e vivência desta ciência, hoje tão importante e necessária para a qualidade de vida das famílias brasileiras.

“Assim, podem ser discutidos assuntos como taxas de juros, inflação, aplicações financeiras (rentabilidade e liquidez de um investimento) e impostos. Essa unidade temática favorece um estudo interdisciplinar envolvendo as dimensões culturais, sociais, políticas e psicológicas, além da econômica, sobre as questões do consumo, trabalho e dinheiro”, explica o documento que detalha o BNCC.

E escolas de todo o País já estão cumprindo a regra. Com Programas de Educação Financeira nas Escolas, nos quais na grande maioria das vezes o tema é tratado como comportamental. As crianças aprendem a poupar e muitas até mesmo se lançam como empreendedoras para conquistar recursos para realizar seus sonhos.




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