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Com lixos nas ruas, Defesa Civil alerta para riscos de alagamentos

Bueiro começou a vazar depois da precipitação de segunda, no Areal

Chegada das chuvas traz preocupação por conta da grande quantidade de lixo que entope os bueiros

Bueiro começou a vazar depois da precipitação de segunda, no Areal
Bueiro começou a vazar depois da precipitação de segunda, no Areal

A chuva e o vento fortes que atingiram Samambaia na segunda-feira assustaram os moradores da cidade. A mudança do tempo deixou casas destelhadas, fez árvores e galhos caírem sobre carros e provocou alagamentos e falta de energia elétrica. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que os ventos na segunda chegaram a 30km/h. “Foram ventos de média intensidade”, diz o meteorologista Hamilton Carvalho.

Mas uma das principais preocupações das autoridades e da população é com os alagamentos. O subsecretário de operações da Defesa Civil, coronel Sérgio José Bezerra, explica que o lixo jogado nas ruas passa a ser a principal explicação para que a água se acumule nas ruas. “Pode-se observar que há mais lixo que folhas de árvores nas bocas de lobo”, diz.
Foi justamente o problema que Antônio Pereira, dono de um bar em Taguatinga Norte, enfrentou na segunda. Segundo o comerciante, a água não escoou e ficou acumulada na porta do estabelecimento. “A chuva nem foi tão forte e já causou problemas. Imagina quando for uma chuva intensa”, pondera. No Areal, em Águas Claras, um bueiro estourou, ontem, devido à pressão da água — o vazamento foi consertado mais tarde.

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) afirma, em nota, que desde junho é feita a limpeza de bueiros em todo o DF. Por dia, a companhia retira das bocas de lobo cerca de 10 toneladas de lixo da rede de águas pluviais. “É um serviço contínuo e faz parte de nosso plano regular de atividades ampliar esses serviços em épocas determinadas, como é o caso da véspera da primavera, quando a queda de folhas se intensifica”, afirma o presidente da Novacap, Nilson Martorelli.

Para hoje, o Inmet indica a probabilidade de chuva a partir da madrugada. O meteorologista Hamiltom Carvalho adianta que as chuvas no período são instáveis. “Agora, vão ser pancadas isoladas e com volume escasso”, explica. Amanhã, o tempo segue com a tendência de hoje. Já na sexta e no sábado, há a previsão de chuvas mais volumosas.

(*Informações do Correio Braziliense)





Por FOLHAGERAL.COM

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