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Dia da Internet Segura alerta para cibercrimes contra crianças

Ilustração (Foto: Pixabay)

O Dia da Internet Segura (conhecido também como Safer Day) será comemorado este ano em 11 de fevereiro. O Safer Day foi criado pela Rede Insafe e reúne atualmente mais de 140 países com o objetivo de mobilizar usuários e instituições no uso livre e seguro da rede. A discussão sobre o tema é vasta, já que uma pesquisa realizada pelo Google revelou que 40% dos pais dizem temer o contato dos pequenos com estranhos.

De acordo com Fernando Collaço, head de conteúdo e comunicação da PlayKids , uma das líderes globais em conteúdo educativo para crianças, os perigos não param por aí. “As possibilidades da internet são infinitas e devemos considerar que é uma rede na qual as crianças podem encontrar de tudo. Podem ter contato com pessoas desconhecidas e conteúdo inadequado, até sofrer cyberbullying e outros tipos de ataque.

Apesar disso, é comum vermos casos de crianças soltas na imensidão digital. De acordo com um estudo realizado pela Kaspersky, 52% dos pais não veem necessidade em regular a atividade online de seus filhos. A responsabilidade para que a internet se torne um meio seguro para as crianças é de todos. “Muitas vezes os adultos enxergam a internet apenas como uma fonte de entretenimento e acabam não se atentando aos riscos iminentes. Praticar o diálogo dentro de casa é importante, incluindo o quanto antes a educação digital na rotina dos filhos”, reforça Collaço.

Os nascidos na chamada Geração Z têm sua vida toda pautada em tecnologia, por isso é um caminho sem volta que as crianças usem cada vez mais a internet para tudo, desde entretenimento e uso de redes sociais, até trabalhos escolares ou na sala de aula. Dentro desse cenário, é importante que os pais saibam direcionar os melhores conteúdos para os filhos.

“A saída não é negar o uso da internet ou proibir. Vivemos em uma era de completa transformação digital e as crianças vão usar tablets, celular e computadores cada vez mais cedo. O que é fundamental é o direcionamento os pais para aplicativos específicos para crianças, por exemplo. Os pais e responsáveis têm esse papel de mediar o uso da tecnologia e guiar os pequenos, que ainda não têm discernimento para entender esses perigos e algumas consequências do uso indevido da internet”, pontua o executivo.

Para evitar as possíveis ameaças a curadoria de conteúdos da PlayKids, que é feita em todos os produtos da marca, é realizada por uma equipe composta por pedagogos, psicólogos, comunicadores, gamers e outros profissionais que têm como objetivo levar somente o que há de relevante para desenvolvimento cognitivo, que preze pela segurança dos usuários e pela diversão das crianças.

“Somos mais do que grandes players do mercado de conteúdo educativo infantil. Somos parte também de toda a luta para criarmos, enquanto sociedade, um ambiente saudável para as crianças. É fundamental que discussões como essa sejam cada vez mais fomentadas, já que a educação digital é um processo que envolve não somente as crianças, mas toda a família e comunidade”, finaliza Collaço.

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