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Bahia ultrapassa a marca recorde de três milhões de análises de fibra de algodão em 2019

Centro de Análise de Fibras Algodão Bahia. Foto: Divulgação/Abapa
Centro de Análise de Fibras Algodão Bahia. Foto: Divulgação/Abapa

Em 2019, o Centro de Análise de Fibras da Abapa ultrapassou a marca de três milhões de amostras classificadas. A unidade, sediada em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, registrou um total de 3.095.877 análises por meio dos equipamentos de High Volume Instrument (HVI) e 331.535 mil de classificação visual. Este resultado garantiu o recorde de amostras de algodão analisadas em uma só safra. A classificação da qualidade da fibra é fundamental para a comercialização da fibra junto ao mercado consumidor nacional e internacional.

Para o presidente da Abapa, Júlio Cézar Busato, a qualidade vem sendo um dos principais diferenciais da fibra produzida no Oeste da Bahia. “O investimento dos produtores em classificação é fundamental para atestar para o mercado consumidor a qualidade e a destinação adequada para os mais variados usos da fibra pela indústria”, explica. O laboratório da Abapa integra o programa Standard Brasil HVI (SBRHVI), que padroniza a classificação de pluma no país, conferindo segurança e credibilidade para o algodão brasileiro. Ao longo da safra, 106 profissionais se revezaram durante os três turnos, durante 24 horas por dia, de forma ininterrupta para garantir que os produtores tenham em mãos os resultados das análises para comprovar a qualidade da fibra.

Segundo maior produtor de algodão do Brasil, o crescimento do número de análises na Bahia está relacionado ao incremento de 15% da produção da última safra 2018/2019, que colheu um total de 615 toneladas de pluma de algodão. Graças aos equipamentos HVI, são analisadas características intrínsecas da avaliação do setor têxtil como alongamento, resistência, uniformidade, reflectância, amarelamento, maturidade, grau da folha e índice de fiabilidade. O estado iniciou o plantio da nova safra de algodão em dezembro do ano passado, e a previsão é que a produção se mantenha nos mesmos índices da última safra.

Da Redação, com agência*

*Com Agência de Notícias
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Ilustração. Foto: Arquivo Folha Geral/Freepik

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