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Lucas di Fiori se junta ao Olodum no Verão 2019

Ex-integrante da banda oficial participará de todos os shows, ensaios e Carnaval da banda percussiva

Lucas di Fiori
Lucas di Fiori. Foto: Antônio Carvalho

Dizem que o bom filho a casa retorna. Neste verão, Lucas di Fiori fará valer esta máxima. Depois de algumas participações com o Olodum, foi oficializado no primeiro ensaio do bloco de 2019 a presença do cantor em toda a temporada até o Carnaval. “É um prazer muito grande voltar para banda depois destes sete anos fora”, disse o cantor Lucas di Fiori.

Em 2019 o Olodum terá como tema As Duas Histórias – O Perfume das Rosas e Olodum 40 Anos. ”É um momento festivo, por isso foi um prazer muito grande receber este convite neste momento”, completa. Neste período, o bloco fará uma viagem no tempo, com repertório repleto de canções consagradas.

Hits como Rosa, Alegria Geral, Vem Meu Amor, Berimbau, Madagascar Olodum, Ladeira do Pelô, Protesto Olodum, Canto ao Pescador, Deusa do Amor e Jeito Faceiro estão na lista das apresentações da banda. “Sou eternamente grato ao que o Olodum fez por mim, agora é fazer valer esta expectativa”, disse Fiori.

Lucas di Fiori
Lucas di Fiori. Foto: Divulgação

Lucas di Fiori – Aos nove anos, em 1991 ingressou na Escola Olodum, migrando logo na sequencia para a Banda Mirim. Em 1994 gravou o primeiro disco da sua carreira. No álbum Menino Dourado, o cantor teve participação em duas faixas: a música que dá título ao CD, de Ubiraci Tibiriçá, e Menino dos Deuses, canção do mestre Neguinho do Samba e Germano Meneguel.

Aos 17 anos, foi convidado para a ala de canto da banda. O disco de estreia foi Bahia Negr”. A música Venha me amar (Marquinhos Marques, Nem Tatuagem, Tarcísio), na voz de Lucas Di Fiori, virou hit. Por dois anos consecutivos, ganhou o troféu Dodô e Osmar, prêmio do Jornal A Tarde, como Melhor Cantor de Bloco Afro (2010 e 2011).

Olodum – O grupo surgiu de uma brincadeira carnavalesca em 25 de abril de 1979 entre amigos. A palavra Olodum é de origem Yorubana, idioma falado pelos Yorubás vindos da Nigéria e do Benin para a Bahia em séculos passados. O grupo ganhou sonoridades diferentes, transformou a musicalidade africana calcada na percussão e originou novos ritmos, como o Ijexá, Samba, Alujá, Reggae, Forró e se transformou numa expressão viva do samba-reggae, ritmo idealizado por Neguinho do Samba. O Olodum conquistou o mercado musical e se transformou numa das bandas percussivas de maior sucesso no Brasil e até internacionalmente.


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Da Folha Geral, em Salvador*

*Com colaboração de (agência, assessoria ou especialista)

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