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‘#Baile Funk da Antiga’ reúne grandes nomes do gênero em Queimados

MCs Bob Rum, Cacau, Coiote & Rapozão, Preto, Cidinho, Amaro e Dom Pavaroth prometem relembrar os melhores momentos do funk

‘#Baile Funk da Antiga’ reúne grandes nomes do gênero em Queimados
Foto: Divulgação

Com produção de Elaine Ximenes, no dia 18 de março, a Casa de Gondomar, em Queimados, na Baixada Fluminense, vai se transformar em um saudoso e inesquecível baile funk. Isso mesmo! O projeto ‘#Baile Funk das Antigas’ vai reunir grandes MCs do gênero. São eles Bob Rum, Cacau, Coiote & Raposão, Preto (ex-dupla com Gorila), Cidinho (ex-dupla com Doca), Amaro (ex-dupla com Suel) e Dom Pavaroth (ex-dupla Jack & Chocolate). Se ligou no time?

MC Cacau, que emplacou vários sucessos ao lado do MC Marcinho, está de música nova, ‘Cadê Você’, de Lulu Santos. Ela ficou muito animada com a ideia da homenagem.

“Fiquei muito feliz com a iniciativa. Isso faz crescer mais ainda o movimento”, disse Cacau, que se divide entre shows e a administração do seu salão de beleza em Sulacp.

Bob Rum, que faz sucesso até hoje com o ‘Rap do Silva’, também comentou sobre a importância do evento:

“A querida Elaine me apresentou o projeto que tem como objetivo não deixar se apagar a chama da grande ferramenta de inclusão social que é o funk nas comunidades. Não tinha como não fazer parte disso.”

Já Dom Pavaroth, que antes fazia parte da dupla conhecida como Jack & Chocolate, acredita que resgatar o funk antigo só mostra para a nova rapaziada que não precisa fazer apologia ao sexo ou denegrir a imagem da mulher para fazer sucesso.

“O funk da antiga tinha conteúdo, mensagens positivas e até protestos, como ‘Eu Só Quero é Ser Feliz’, dos meus amigos Cidinho e Doca. É importante trazer isso de volta! As pessoas hoje em dia estão muito focadas em dinheiro. Funk proibido faz sucesso, mas somem mais rápido do que aparecem”, desabafa o MC, que emplacou o sucesso ‘Um Morto Muito Louco’.

“Embora o funk viva entre extremos de aceitação e repúdio por conta de alguns novos artistas do gênero – que mostram outra proposta que não foi o que começou lá atrás – é importância sim comemorar a conquista de hoje ser consagrada na música brasileira. Por isso temos que resgatar os pioneiros que são responsáveis por esta conquista. Os cantores da antiga merecem e muito esta homenagem”, desabafa a jornalista Elaine Ximenes, produtora do evento.


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